Fadiga, ganho de peso e alterações de humor podem estar ligados à sua tireoide.
A tireoide é uma glândula essencial que regula o metabolismo, a energia e o funcionamento de diversos órgãos.
Distúrbios como hipotireoidismo, hipertireoidismo, nódulos e até câncer de tireoide podem causar sintomas silenciosos e progressivos.
Na clínica Neoliv, você conta com o acompanhamento da endocrinologista Dra. Stephanie Németh, que atua com diagnóstico completo e tratamento personalizado, com foco em qualidade de vida, bem-estar e resultados duradouros.
Ocorre quando a tireoide não produz hormônio suficiente. Causa lentidão, ganho de peso, intolerância ao frio e dificuldade de concentração. O tratamento envolve reposição hormonal e acompanhamento regular.
A produção excessiva de hormônio acelera o metabolismo, provocando perda de peso, insônia, tremores e ansiedade. A Dra. Stephanie avalia a melhor abordagem, que pode incluir medicamentos, iodo radioativo ou cirurgia.
Nódulos são formações sólidas ou císticas na glândula. A maioria é benigna, mas é fundamental acompanhar e, se necessário, investigar com punção guiada por ultrassom.
Embora raro, o câncer de tireoide costuma ter bom prognóstico quando diagnosticado precocemente. Na Neoliv, realizamos acompanhamento completo, do diagnóstico à condução do tratamento.
Ter um nódulo na tireoide nem sempre é algo grave.
A maioria dos nódulos são benignos e não causam sintomas.
No entanto, é importante investigar com exames de imagem e laboratoriais para avaliar o risco de malignidade e definir se há necessidade de acompanhamento ou tratamento.
O nódulo torna-se preocupante quando apresenta características suspeitas na ultrassonografia, como crescimento rápido, bordas irregulares, presença de calcificações ou quando causa sintomas como rouquidão, dificuldade para engolir ou respirar.
Também é importante considerar o histórico familiar e se o paciente já teve exposição à radiação na região do pescoço.
Na maioria das vezes, os nódulos são assintomáticos.
Porém, alguns podem produzir hormônios em excesso, causando hipertireoidismo, enquanto outros podem crescer e comprimir estruturas do pescoço, provocando desconforto, dificuldade para engolir ou alterações na voz.
Uma pequena parte dos nódulos pode ser cancerígena.
Na maioria dos casos, o câncer de tireoide não requer quimioterapia.
O tratamento padrão envolve cirurgia para retirada da tireoide, podendo ser seguida por radioiodoterapia (uso de iodo radioativo) e reposição hormonal.
A quimioterapia é reservada apenas para casos mais agressivos e raros.
As chances de cura para câncer de tireoide são altas, especialmente quando o diagnóstico é feito precocemente.
Os tipos mais comuns, como o carcinoma papilífero, têm excelente prognóstico, com taxas de cura superiores a 90%.
O acompanhamento contínuo com endocrinologista é importante para detectar possíveis recidivas.
O hipotireoidismo, que é a baixa produção de hormônios pela tireoide, pode causar sintomas como cansaço, ganho de peso, queda de cabelo, pele seca, intestino preso, menstruação irregular, lentidão no raciocínio, entre outros.
Se não tratado, pode levar a complicações cardiovasculares e metabólicas.
O hipotireoidismo pode se tornar grave quando não é diagnosticado ou tratado, levando a uma condição chamada mixedema, que é uma forma rara e potencialmente fatal.
Em gestantes, o hipotireoidismo não controlado pode afetar o desenvolvimento do bebê, sendo por isso essencial manter os níveis hormonais adequados.
Os sintomas do hipertireoidismo, que é a produção excessiva dos hormônios tireoidianos, incluem perda de peso rápida, nervosismo, tremores, insônia, suor excessivo, batimentos cardíacos acelerados, intolerância ao calor, aumento do apetite e menstruação irregular.
Em alguns casos, pode haver aumento da glândula (bócio) e olhos mais saltados (exoftalmia).
Durante a gravidez, os níveis de TSH devem ser mantidos dentro de valores específicos para cada trimestre.
Alterações fora desses limites podem prejudicar o desenvolvimento neurológico do bebê e aumentar o risco de complicações gestacionais.
Por isso, é fundamental que gestantes façam controle rigoroso da função tireoidiana.
Se não forem diagnosticados e tratados corretamente na gestação, tanto o hipotireoidismo quanto o hipertireoidismo podem causar prejuízos ao desenvolvimento do bebê.
O hipotireoidismo materno pode afetar o crescimento e o desenvolvimento cerebral fetal.
Já o hipertireoidismo pode levar a parto prematuro, baixo peso ao nascer e, em casos mais graves, problemas na tireoide do próprio bebê.