Uma abordagem completa e individualizada com foco na sua saúde e qualidade de vida.
Na nossa clínica, oferecemos o que há de mais moderno e eficaz no tratamento do diabetes.
Aqui, cada paciente é acompanhado de forma contínua, com atenção especializada e personalizada.
A Dra. Stephanie Németh, endocrinologista, alia conhecimento científico e experiência prática para entregar um atendimento de excelência em Brasília.
Agende sua consulta e descubra como é possível viver com mais equilíbrio, saúde e bem-estar, mesmo com o diagnóstico de diabetes.
Oferecemos acompanhamento completo para diabetes tipo 1, tipo 2, gestacional e de origem genética, além de pacientes usuários de bomba de insulina. Nosso tratamento é adaptado à sua realidade e necessidades clínicas.
Nosso protocolo de acompanhamento prioriza a detecção precoce e o manejo de complicações micro e macrovasculares, como problemas renais, neuropatias e doenças cardiovasculares.
Acompanhamos cada paciente com o suporte de uma equipe qualificada, promovendo o controle glicêmico, orientação nutricional e prevenção de complicações. Cuidamos da sua saúde por completo, não apenas da glicemia.
A Dra. Stephanie preza por escuta ativa, empatia e vínculo com o paciente. Mais do que tratar, buscamos entender sua rotina, seus desafios e suas metas para oferecer um cuidado de verdade.
Os principais sintomas do diabetes incluem sede excessiva, vontade de urinar muitas vezes ao dia, perda de peso sem motivo aparente, cansaço, visão embaçada e fome constante.
Na maioria dos casos, especialmente no início do diabetes, a pessoa pode não apresentar sintomas, por isso a importância de realizar check-ups anuais principalmente se você tem mais de 35 anos.
A glicemia de jejum é considerada normal quando está abaixo de 100 mg/dL.
Valores entre 100 e 125 mg/dL indicam pré-diabetes.
A partir de 126 mg/dL, em duas medições diferentes, é considerado diabetes.
Outro exame importante é a hemoglobina glicada (HbA1c), que avalia a média da glicose nos últimos 2 a 3 meses:
A combinação desses exames permite um diagnóstico mais preciso e o acompanhamento eficaz do tratamento.
No diabetes tipo 1, o corpo para de produzir insulina, geralmente por um processo autoimune. É mais comum em crianças e jovens.
Já no tipo 2, o corpo ainda produz insulina, mas ela não funciona direito (resistência à insulina). Esse tipo é mais comum em adultos e está relacionado ao excesso de peso e ao sedentarismo.
Ambos os tipos podem ser graves se não forem controlados.
O tipo 1 costuma ter início mais súbito e exige uso diário de insulina.
O tipo 2 pode passar despercebido por anos, mas também pode causar complicações sérias.
O mais importante é o acompanhamento médico e o controle adequado da glicemia.
A pessoa com diabetes não precisa se privar totalmente de nenhum alimento, especialmente se a glicemia estiver bem controlada.
A alimentação deve ser equilibrada, rica em fibras, vegetais, grãos integrais, proteínas magras e com pouco açúcar e gordura.
É importante evitar alimentos ultraprocessados e controlar a quantidade de carboidratos.
Com orientação de um nutrólogo ou nutricionista, é possível adaptar o cardápio para manter uma alimentação prazerosa e saudável ao mesmo tempo.
O tratamento depende do tipo de diabetes e da situação de cada pessoa.
Inclui mudanças na alimentação, prática de exercícios físicos, uso de medicamentos orais ou insulina.
O acompanhamento regular com equipe multidisciplinar incluindo endocrinologista, nutrólogo, nutricionista e educador físico é essencial.
A insulina é necessária quando o corpo não a produz mais (como no tipo 1) ou quando os medicamentos orais não são suficientes para controlar a glicemia (em alguns casos de tipo 2).
O médico avalia cada caso para indicar o momento certo.
Glicemias muito altas (acima de 250-300 mg/dL) ou muito baixas (abaixo de 70 mg/dL) são perigosas e podem causar complicações imediatas.
A longo prazo, manter a glicemia constantemente elevada também é perigoso, pois aumenta o risco de problemas nos rins, olhos, coração e nervos.
O diabetes não tratado pode levar a sérias complicações, como cegueira, insuficiência renal, amputações, infarto, AVC e problemas nos nervos.
Por isso, o diagnóstico precoce e o tratamento correto são fundamentais.
O diabetes não tem cura, porém, é possível alcançar um bom controle da glicemia com tratamento adequado, alimentação saudável, prática regular de atividade física e acompanhamento médico.
Com a glicemia controlada, a pessoa pode viver bem, com poucas ou nenhuma complicação, mantendo qualidade de vida e evitando os efeitos negativos da doença a longo prazo.
O foco deve ser no controle e não na restrição total, sempre com orientação profissional.